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Archive for abril \26\UTC 2005

Eu ri, mas ri muito, de caírem lágrimas, quando vi o título desse artigo de Reinaldo Azevedo . O artigo é sério, muito bem escrito, mas o título made my day, como gostam de dizer os anglófonos.

Aproveitando o ensejo, recomendo mais dois artigos do mesmo Reinaldo Azevedo, editor-chefe da Primeira Leitura , os dois tratando da “sucessão papal”: O Grande Carnaval e Bento 16 , esse último, muitíssimo bem escrito.

Baixinhos e baixinhas, boff…

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A barba de Spock

Estou a ouvir o novo disco do Spock’s Beard. Estava ansioso para ouví-lo. Devo comentá-lo por aqui assim que o tiver digerido.

Até mais, grato pela leitura.

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Wikipédia

Logo da Wikipedia

Resolvi virar um colaborador da Wikipedia. Só que no meu primeiro dia de trabalho, acabei mexendo praticamente só no artigo sobre o papa Bento XVI . OK, tudo bem, mexi também no artigo sobre Células Tronco

É isso… Obrigado por me ler, até mais e, se possível, deixa um comentário. Sinto-me como “pregando no deserto” :-).

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Estava lendo o especial sobre o papa no Estadão, desanimadíssimo, e achei um grande texto, escrito por Daniel Johnson. Leia o texto ! Ia escrever mais coisas sobre o papa, mas isso já diz tudo. A única coisa que eu vou falar, então, é um pequeno apelo aos cristãos.

Antes de falar mal do papa, veja quais são os seus critérios. Veja se você não está julgando o Papa através de alguma ideologia, em vez de julgar a ideologia através do Papa, pois tudo que eu tenho visto, inclusive entre ditos católicos, é julgar o atual papa e ex-cardeal Ratzinger através da ideologia marxista. Chega, leia o texto do Daniel Johnson, e não tenho mais nada a dizer sobre o assunto (ou assim espero).

Obrigado pela leitura! Até mais!

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Nerd Test

Nossa! É o quarto post de hoje. Fiz um “nerd test”. O resultado está aí. Encontrei o link no blog do Luís Afonso

I am nerdier than 82% of all people. Are you nerdier? Click here to find out!

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O papa Bento XVI escolheu um nome que no Brasil soa um pouco irônico, já que falarem bem dele é uma raridade por aqui. Mas não é isso que quero comentar.

A única coisa que me deixou um pouco chateado na escolha do novo papa foi que a Igreja perdeu seu melhor inquisidor. Cardeal Ratzinger, chefe da Congregação para a Doutrina da Fé, tratou corretamente diversos desvios de conduta e de doutrina, encerrou heresias, tirou o direito de falar em nome da Igreja muitos daqueles que falavam contra ela em seu nome.

E, ao contrário do que dizem, ele não foi tão duro assim. Um voto de silêncio de apenas um ano para o Paulo-Coelho-wannabe Genésio Boff (que, mesmo largando a Igreja, continua usando o nome Leonardo, seu nome religioso) é muita benevolência com quem acha que catolicismo e a nova era de Osho são toute la mème (perdoem se o francês estiver errado, eu não sei francês mas gosto dessa expressão).

Outro brasileiro, o co-autor da constituição de Cuba Frei Betto, também foi beneficiado pela caridade de Ratzinger enquanto esse último era inquisidor. Uma encíclica, se não me engano de Leão XIII, declara excomunhão para todo aquele que contribua conscientemente com um regime comunista. Se escrever a sua constituição não é contribuir, eu realmente não sei o que é. Mas Joseph Ratzinger, como bom cristão, acreditava — e agora, como representante de Deus e sucessor de Pedro, acredita mais ainda — no perdão e no arrependimento. Frei Betto deveria agradecer todo dia à sua compaixão.

Mas outra coisa me deixou bastante intrigado também. Na mídia, houve muita gente que falou mal, e algumas que falaram bem do novo papa. Quem falava mal utilizava, obviamente, o argumento de que Ratzinger era um ultraconservador, não era “um homem do seu tempo” (o que, para qualquer pessoa que concorde com Chesterton, é um elogio), seria intolerante, etc. Até aí, nenhuma surpresa (e infelizmente não há surpresa nisso, já que as pessoas não percebem o que é religião), mas aqueles poucos que falaram bem, foi no sentido que “ele não é tão conservador assim, era o papel dele na Congregação para a Doutrina da Fé ser desse jeito”. Ora, desde quando é ruim ser conservador? Está escrito em algum lugar da Bíblia, das encíclicas, da catequese, que é pecado ser conservador? Por que ninguém fala bem dele como o “Ratzinger Fan Club”, que se agregou justamente por causa de sua postura?

Estou com duas longas entrevistas com Ratzinger a ler, e provavelmente depois que as ler terei mais coisas a dizer por aqui. Não deixe de ler também meu comentário sobre a mídia, os preservativos e a Igreja Católica. Obrigado pela leitura! Até mais.

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Preservativos, mídia e catolicismo.

Dois parágrafos rápidos sobre a Igreja e a camisinha:

A crítica que a mídia faz à Igreja Católica na questão dos preservativos é bastante infundada. Ora, a Igreja prega a abstinência e a castidade, juntamente com a “proibição” do uso dos preservativos. É difícil crer que alguém adote uma coisa sem adotar a outra. Mais ainda, é mais fácil crer que aqueles que abraçam a castidade usem, depois de casados, preservativos (ou outros métodos contraceptivos artificiais quaisquer) para o planejamento familiar do que, aqueles que nem a castidade seguem, não usem camisinha porque é um preceito da Igreja.

Mais ainda, como disse o Lucas em um comentário de um post polêmico meu, o movimento católico dos Focolares conseguiu ótimos resultados na redução da AIDS em algumas comunidades africanas pregando — advinhem! — a castidade e a abstinência. Proponho à mídia, que diz que a Igreja é tão insensível com a questão da AIDS na África, que verifique a incidência dessa doença entre os Focolares, os seguidores da Opus Dei, os carismáticos, ou qualquer um que, embora não use camisinha, siga o mandamento judaico-cristão do respeito à castidade.

Obrigado por me ler, e até mais. Como estou escrevendo várias coisas, não deixe de ver os posts anteriores para não perder nada!

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