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Archive for agosto \31\UTC 2004

A ditadura está voltando?

Será? E dessa vez sob a bandeira vermelha?

A notalatina o fez e eu o faço também. Fazer espalhar pela internet a coletânea de artigos que o Olavo de Carvalho fez e publicou. Está aqui: http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=2532
Pare, pense e julgue. Eu ainda não o fiz, mas divulgo mesmo assim.

Bom, para quem leu meu último post, agora são 01:51. Tenho realmente que dormir. Boa noite e até mais.

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O dormir e o acordar

Se alguém souber como faço para dormir cedo e acordar cedo todo dia, deixa um comentário aí. Serve qualquer coisa, desde atividades físicas até a ingestão de zinco.

Feito o pedido, agradeço por antecipação.

(isso foi postado à 1h e 25min, hora na qual deveria estar dormindo).

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Uma pequena nota

Sexta-feira tive aula de pensamento político clássico. O tema era Maquiavel e a primeira parte de “O Príncipe”. Entre outras coisas, Maquiavel diz que as repúblicas acostumadas à democracia são mais difíceis de serem dominadas por um príncipe absolutista, um tirano, do que as que já vivem algum tipo de ditadura.

Nesse momento, lembrei que antes da revolução russa havia um Czar, e a Alemanha Oriental (assim como a Ocidental), teve Hitler. Dessa forma, tanto a Rússia como a Alemanha Oriental foram facilmente levadas a ditaduras comunistas.

E acho que por isso, os comunistas ganharam força no Brasil depois do regime militar. Precisamos urgentemente de uma república…

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Colinas de Conhecimento

É incrível como para duas disciplinas desse semestre (compiladores e sistemas distribuídos), cada frase parece carregada de um conhecimento gigantesco. Cada sentença traz consigo dezenas de outros conhecimentos. Parece que cada passo dado, cada frase dita pelo professor, se encontra em cima de um grande pilar, de uma grande escada, de uma grande colina. Só se entende aquela frase se tiver todo um background de outros conhecimentos.

Cada frase de sistemas distribuídos traz em si uma dependência de assuntos como bancos de dados, engenharia de software, sistemas operacionais e principalmente redes. Em compiladores, a carga é de arquitetura e organização de computadores, processamento de linguagem, paradigmas de programação e teoria de computação.

É incrível também, como esses pilares se encontram em meu conhecimento. Os pilares nos quais se sustenta a disciplina de compiladores estão fortes, bem construídos, em bom estado. Os pilares nos quais se sustenta a disciplina de sistemas distribuídos estão ruídos, e parece que nunca foram construídos direito.

E olhando meu histórico percebo que, de certa forma, existe uma dicotomia na computação: as áreas que domino e me saio bem, e as áreas que tenho dificuldades e não me saio nada bem. E essa dicotomia se manifesta, atingindo cada um desses grupos de disciplinas o seu ápice nas duas disciplinas finais do curso de engenharia de computação.

Deixe citar um pouco de meu histórico. As disciplinas de banco de dados, sistemas operacionais e redes foram das minhas piores notas em computação. Todas abaixo de 5,5. Engenharia de Software cheguei a reprovar uma vez (a segunda vez obtive uma nota boa). Já arquitetura de computadores e seu laboratório, inteligência artificial (com metade do curso dedicado a processamento de linguagem natural), análise de algoritmos I e II (ambas de teoria da computação), estudo de linguagens de programação, todas foram acima de 8. Algumas acima de 9.

Examinando isso, percebo que essas disciplinas mais ou menos se dividem em teóricas e tecnológicas. As teóricas formam o pilar belo e firme. As tecnológicas formam o pilar que está quase a ruir. Isso me faz pensar estar mais próximo do autismo do que imaginava. Os conhecimentos “puros” chegam a mim com facilidade. Aplicá-los me é uma tarefa árdua. O raciocínio lógico me é bom e rápido. O raciocínio social (ou interrelacional) me falha.

Não sei exatamente o que isso significa. Mas algo o deve. Por enquanto, limito-me a admirar a colina, o edifício de conhecimento que cada uma dessas matérias representa e correr atrás para construir as fundações juntamente com o edifício, ou como fala o Prof. Rodolfo , que me deu aula de lab. de arquitetura, construir o avião em pleno vôo. Espero não precisar de paraquedas.

Gratidão e felicidade vos sinto. Cya!

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Feira do livro da Editora da Unicamp

Hoje aconteceu a feira do livro da editora da Unicamp. Comprei um livro sobre custos da Universidade pública e um manual de semântica. Queria comprar também uma introdução à teoria da linguagem de Wittgenstein, mas estava esgotado. Talvez chegue outro dia.

Pensei em comprar o livro de Interfaces lá, só que o livro é do NIED e não da Editora da Unicamp. Dez reais eu até pagaria nele. Vinte nem pensar.

Até mais!

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A ilogicidade do futuro

Aprendi uma coisa na aula de grego hoje. Que afirmar o futuro é no mínimo ilógico. Nas palavras do professor: “é puro nonsense”. Como posso dizer “viajarei amanhã” se não sei se vou morrer, se o pneu vai furar, se a estrada estará interditada…

Ele estava explicando isso porque, no grego, não existe futuro. Na verdade, o tempo futuro é expressado com uma partícula que expressa desejo, intenção. Então não é “eu viajarei amanhã”, mas “pretendo viajar amanhã.”. Na tradução, traduz-se como futuro mesmo, mas não é exatamente o que quer dizer.

Isso me levou a fazer uma reflexão a respeito de como a linguagem é importante para entender o povo. Talvez as paralaxes cognitivas sejam culpa das linguagens mesmas nas quais elas são expressadas. Talvez o grego, por ter uma linguagem com cuidados lógicos tais, nos tenha deixado uma rica obra artística, científica e filosófica.

Uma última coisa engraçada que eu gostaria de citar, e isso é engraçado principalmente por causa do nome do blog do Otto, é que ontem um professor utilizou a palavra elucubrações e hoje um outro professor falou sobre coisas elucubradas.

Bom, é isso. Obrigado por me ler e até mais!

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Edgar Morin e a Resistência dos Materiais

Hoje o professor de Resistência dos materiais recomendou a leitura do livro
Os sete saberes necessários à educação do futuro, do Edgar Morin. Isso me deixou muito feliz. Não por gostar das idéias de Morin, mal as conheço, não posso fazer juízo sobre elas. Fiquei feliz pelo professor se interessar por educação. Coisa muito rara na docência das ciências exatas.

Aliás, a Engenharia Mecânica está me trazendo surpresas. Na aula de fenômenos de transporte vi um colega com o livro de Mário Ferreira dos Santos chamado Filosofia e Cosmovisão, algo que nunca imaginei que engenheiros lessem.

Obrigado por me ler e até mais

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