Repasso mensagem de meu amigo Thiago Serra.
———- Forwarded message ———-
Boa noite a todos, Estou mandando este e-mail porque me sinto feito de idiota pela Fiat
depois de comprar um Palio zero e já ter ido duas vezes para a oficina
tentar resolver um problema de infiltração. Segue o link da reclamação
no reclameaqui.com.br, mas eu colei o texto todo depois dela pra ter
certeza que o máximo de pessoas poderá lê-lo. Alguns de vocês eu não
tenho tido muito contato recente, e é uma pena, e não quero que nenhum
de vocês passe pela dor de cabeça que estou passando com essa
empresinha. http://www.reclameaqui.com.br/564928/amazonas-leste-ltda/palio-novo-molha-o-p… O primeiro carro novo a gente nunca esquece. Principalmente quando
logo no segundo dia você descobre uma infiltração que deixa o tapete
do passageiro submerso. Aliás, uma infiltração companheira: ela não
abandonou nosso Palio mesmo depois de duas idas à oficina, de muitas
horas perdidas de sono e de trabalho e de várias ligações confusas ao
atendimento da Fiat. Na primeira vez, eu ainda imaginava que aquele vendedor sorridente e
disposto a fechar negócio daria um jeito de me ajudar. Eu liguei para
ele, expliquei como foi chato o que aconteceu e como eu iria ter
problemas se ficássemos sem carro durante o conserto, mas o máximo que
consegui dele foram dois números de atendimento e a informação de que
não poderia fazer mais nada pra me ajudar. Como funcionam esses números? Bem simples: um serve pra botar a culpa
no outro. Depois de algum tempo, as regras ficam claras: primeiro você
leva o carro pra arrumar com a ajuda de um deles (o do atendimento da
Fiat) e só depois que você ficar na rua por ter deixado o carro no
conserto é que você liga para o outro número pra eles avaliarem se te
dão ou não um carro reserva (o serviço Confiat), o que pode levar até
3 dias para acontecer. Comprei esse Palio na concessionária Amazonas da avenida Sumaré (em
São Paulo), que não me ajudou em nada e era longe pra deixar o carro
no conserto. Liguei em outra revenda, a Sinal da Bela Vista, que era
mais perto de casa e na qual me disseram que não tinham espaço pra
pegar carro com infiltração naquela semana. Resolvi, então, tentar um
outro lugar, no qual eu não precisaria esperar o carpete de meu Palio
novo mofar, e fui até a Itavema, de Santo André, onde ao menos poderia
pegar um carro emprestado de um familiar. Assim que devolveram o carro, peguei outra chuva e, para minha
surpresa, novamente o carro ficou cheio dágua. E não apenas isso, como
agora o filme do vidro possuia buracos. Me ligaram da Fiat para
avaliar o serviço com uma nota de 1 a 10. Dei ZERO. Me ligaram da
Itavema pra saber o motivo e eu expliquei. Algum tempo depois, o
funcionário que recebeu a nota baixa me ligou pra que eu mudasse minha
avaliação dele, porque iria prejudicá-lo. E eu com isso? Fiquei uma
semana com carro emprestado, perdi 4 horas pra levar o carro na
concessionária em horário comercial e, ao final de tudo, tinha um
Palio no qual entrava água e um mecânico querendo tirar satisfação
comigo. Voltei à Amazonas pra falar com a Andrea, a gerente de novos, e o
Laércio, que vendeu o carro. Primeiro conversei com o Laércio sobre a
situação e lhe disse que queria trocar o carro. Ele disse que tudo
bem, mas que ele teria que avaliar o carro pra saber quanto ia me
custar trocar por outro novo. Parece piada! Depois de ver que não
chegaria a lugar algum com a gerente, liguei para o Procon dali mesmo,
o que foi bem difícil porque ela ficou dizendo ao fundo que eu estava
mentindo, atitude um tanto insólita vindo de uma profissional. O
atendente do Procon foi solícito e me disse que eu precisava de duas
ordens de serviço decorrentes do mesmo problema pra pedir a troca ou a
devolução. Deixei o carro para consertar lá na Amazonas por falta de
opção. Quanto ao filme com buraco, eles ainda queriam cobrar para
trocar, então deixei quieto. Nós só queríamos que isso se resolvesse
pra continuarmos nossa vida, que já é bem corrida com trabalho todo
dia e pós-graduação ocupando várias noites da semana. Recebemos o carro de volta no mesmo dia e passei 2 meses temendo pegar
uma boa chuva. Eis que ela veio nesse feriado e, de novo, tenho um
carpete molhado. Fizemos a opção de comprar um carro novo para não
termos problemas com oficina, mas esse Palio deu mais problema do que
muitos carros usados. Liguei para o vendedor pra agradecer por todo o
apoio que recebi depois que ele teve a comissão dele, aproveitei para
avisar que agora sim vou ao Procon. Também liguei para a Fiat
esperando alguma sensatez, mas não é isso que se obtém de atendimentos
telefônicos que dependem do humor do atendente. A história é mais longa do que isso, mas para entrar em todos os
detalhes seria necessário muito mais do meu tempo e do tempo de todas
as pessoas que espero lerem isso. O que recebi da Fiat em troca de
confiar na marca foi desrespeito. Não pretendo transformar novamente
os ganhos do meu trabalho em um patrimônio feito de qualquer jeito por
uma empresa que trata um problema desses como algo banal e sem
importância. Só quero meu dinheiro de volta pra comprar um carro que
possa pegar chuva: seja Ka, Celta ou Gol. Mas Fiat, nunca mais! Comprova-se mais uma vez que a máxima é verdadeira: “FIAT – Fui
Iludido, Agora é Tarde”.
Boa noite a todos, Estou mandando este e-mail porque me sinto feito de idiota pela Fiat
depois de comprar um Palio zero e já ter ido duas vezes para a oficina
tentar resolver um problema de infiltração. Segue o link da reclamação
no reclameaqui.com.br, mas eu colei o texto todo depois dela pra ter
certeza que o máximo de pessoas poderá lê-lo. Alguns de vocês eu não
tenho tido muito contato recente, e é uma pena, e não quero que nenhum
de vocês passe pela dor de cabeça que estou passando com essa
empresinha. http://www.reclameaqui.com.br/564928/amazonas-leste-ltda/palio-novo-molha-o-p… O primeiro carro novo a gente nunca esquece. Principalmente quando
logo no segundo dia você descobre uma infiltração que deixa o tapete
do passageiro submerso. Aliás, uma infiltração companheira: ela não
abandonou nosso Palio mesmo depois de duas idas à oficina, de muitas
horas perdidas de sono e de trabalho e de várias ligações confusas ao
atendimento da Fiat. Na primeira vez, eu ainda imaginava que aquele vendedor sorridente e
disposto a fechar negócio daria um jeito de me ajudar. Eu liguei para
ele, expliquei como foi chato o que aconteceu e como eu iria ter
problemas se ficássemos sem carro durante o conserto, mas o máximo que
consegui dele foram dois números de atendimento e a informação de que
não poderia fazer mais nada pra me ajudar. Como funcionam esses números? Bem simples: um serve pra botar a culpa
no outro. Depois de algum tempo, as regras ficam claras: primeiro você
leva o carro pra arrumar com a ajuda de um deles (o do atendimento da
Fiat) e só depois que você ficar na rua por ter deixado o carro no
conserto é que você liga para o outro número pra eles avaliarem se te
dão ou não um carro reserva (o serviço Confiat), o que pode levar até
3 dias para acontecer. Comprei esse Palio na concessionária Amazonas da avenida Sumaré (em
São Paulo), que não me ajudou em nada e era longe pra deixar o carro
no conserto. Liguei em outra revenda, a Sinal da Bela Vista, que era
mais perto de casa e na qual me disseram que não tinham espaço pra
pegar carro com infiltração naquela semana. Resolvi, então, tentar um
outro lugar, no qual eu não precisaria esperar o carpete de meu Palio
novo mofar, e fui até a Itavema, de Santo André, onde ao menos poderia
pegar um carro emprestado de um familiar. Assim que devolveram o carro, peguei outra chuva e, para minha
surpresa, novamente o carro ficou cheio dágua. E não apenas isso, como
agora o filme do vidro possuia buracos. Me ligaram da Fiat para
avaliar o serviço com uma nota de 1 a 10. Dei ZERO. Me ligaram da
Itavema pra saber o motivo e eu expliquei. Algum tempo depois, o
funcionário que recebeu a nota baixa me ligou pra que eu mudasse minha
avaliação dele, porque iria prejudicá-lo. E eu com isso? Fiquei uma
semana com carro emprestado, perdi 4 horas pra levar o carro na
concessionária em horário comercial e, ao final de tudo, tinha um
Palio no qual entrava água e um mecânico querendo tirar satisfação
comigo. Voltei à Amazonas pra falar com a Andrea, a gerente de novos, e o
Laércio, que vendeu o carro. Primeiro conversei com o Laércio sobre a
situação e lhe disse que queria trocar o carro. Ele disse que tudo
bem, mas que ele teria que avaliar o carro pra saber quanto ia me
custar trocar por outro novo. Parece piada! Depois de ver que não
chegaria a lugar algum com a gerente, liguei para o Procon dali mesmo,
o que foi bem difícil porque ela ficou dizendo ao fundo que eu estava
mentindo, atitude um tanto insólita vindo de uma profissional. O
atendente do Procon foi solícito e me disse que eu precisava de duas
ordens de serviço decorrentes do mesmo problema pra pedir a troca ou a
devolução. Deixei o carro para consertar lá na Amazonas por falta de
opção. Quanto ao filme com buraco, eles ainda queriam cobrar para
trocar, então deixei quieto. Nós só queríamos que isso se resolvesse
pra continuarmos nossa vida, que já é bem corrida com trabalho todo
dia e pós-graduação ocupando várias noites da semana. Recebemos o carro de volta no mesmo dia e passei 2 meses temendo pegar
uma boa chuva. Eis que ela veio nesse feriado e, de novo, tenho um
carpete molhado. Fizemos a opção de comprar um carro novo para não
termos problemas com oficina, mas esse Palio deu mais problema do que
muitos carros usados. Liguei para o vendedor pra agradecer por todo o
apoio que recebi depois que ele teve a comissão dele, aproveitei para
avisar que agora sim vou ao Procon. Também liguei para a Fiat
esperando alguma sensatez, mas não é isso que se obtém de atendimentos
telefônicos que dependem do humor do atendente. A história é mais longa do que isso, mas para entrar em todos os
detalhes seria necessário muito mais do meu tempo e do tempo de todas
as pessoas que espero lerem isso. O que recebi da Fiat em troca de
confiar na marca foi desrespeito. Não pretendo transformar novamente
os ganhos do meu trabalho em um patrimônio feito de qualquer jeito por
uma empresa que trata um problema desses como algo banal e sem
importância. Só quero meu dinheiro de volta pra comprar um carro que
possa pegar chuva: seja Ka, Celta ou Gol. Mas Fiat, nunca mais! Comprova-se mais uma vez que a máxima é verdadeira: “FIAT – Fui
Iludido, Agora é Tarde”.





Também estou com este problema, no meu caso, o local molhado é atrás dos bancos dianteiros, descobri que a infiltração é das borrachas dos vidros laterais traseiros, isso em se tratando de um carro 2 portas.
Recebi esse e-mail aqui no Rio de Janeiro. Vou repassá-lo.