Você acredita em produtos miraculosos estilo “1406“? E se demostrassem um na sua frente? Eu comprei (na verdade, minha mãe) um ferro de passar assim, e não me arrependi. Ele funciona da seguinte maneira: coloque água e sal, ligue, e ele passa camisas no cabide! Digo isso porque foi o que eu acabei de fazer, [...]
Posts de Setembro, 2008
Paris, 1996
Publicado em Catolicismo, virtude, etiquetado acídia, afazeres, arrumar, banheiro, camisa, casa, doméstico, ferro, inspiração, lavar, limpar, mãe, Paris, passar roupa, preguiça, santa teresinha, vassoura, viagem em Sábado, 27 de Setembro de 2008 | 2 Comentários »
Saudades do Edu
Publicado em cinema, humor, política, etiquetado cinema, doutrinação, edu levy, educação, estatal, patrocínio em Domingo, 21 de Setembro de 2008 | 1 Comentário »
Por que razão não sei, acabei fuçando coisas do meu amigo Edu Levy. Há tempos que ele não escreve nem em seu blogue, nem no pequeno burguês. Agora ele escreve no resistência. Achei esta pérola, de 29 de maio último, em http://nemersonlavoura.blogspot.com/2008/05/socialismo-real.html
Sou arrastado pelas más companhias a um desses cinemas alternativíssimos em que pululam araras [...]
Sete de setembro: o filme.
Publicado em Brasil, cinema, etiquetado 4 de julho, 7 de setembro, a Dona da História, ação, Brasil, Central do Brasil, Cheiro do Ralo, Cidade de Deus, Cine Arte Posto 4, cinema, cinema brasileiro, cinema nacional, Clube da Luta, comédia, Corra Lola Corra, cult, D. Pedro, Dias de Nietzsche em Turim, drama, Estamira, Fabuloso Destino de Amélie Poulain, filme, história, Ilha das Flores, independência, José Bonifácio, Matrix, Meu Nome não é Johnny, Meu Tio Matou um Cara, o Homem que Copiava, o Homem que Desafiou o Diabo, o Quatrilho, Olga, policial, Portugal, santos, tolerância, tropa de elite em Terça-feira, 9 de Setembro de 2008 | 3 Comentários »
Eu tenho um grande sonho patriótico. Eu quero, um dia, entrar em uma locadora e não ver a seção “cinema nacional”.
Uma vez uma pessoa, ao me ouvir dizer isso, olhou pra mim com aquela cara de “seu estrangeirista vendido”. A verdade é o contrário. Quando eu vejo um filme, brasileiro, americano, alemão ou iraniano, é [...]




