O meu último post está horrível. Não pelo conteúdo, nem pela escrita, mas pela articulação. Não que não sejam articuláveis os temas, mas eu não o soube fazer.
A idéia é que para os brasileiros lerem melhor, será necessário extirpar essa idéia de preconceito lingüístico e, se os brasileiros lessem melhor, provavelmente haveria um equilíbrio maior entre bushes e kerries. Haveria mais bushes do que hoje já que, existem claramente alguns nacionalistas enragés, daquele tipo que vota no Dr. Enéas, anti-imperialistas defensores da nação. Lessem bem, veriam que Bush é melhor para o Brasil e o apoiariam. E veriam também, se verificassem que presidentes dos EUA tomaram que atitudes, que os democratas são, historicamente, os imperialistas. Outras razões poderiam fazer uma pessoa preferir o Kerry, mas o nacionalista brasileiro deveria preferir o Bush.
Se bem que a falta de preconceito lingüístico não é a única culpada. Vejo o socio-construtivismo, talvez o pai da teoria do preconceito lingüístico, como principal responsável.
O socio-construtivismo preocupa-se em não excluir o aluno. Dessa forma, não se deve avaliar, já que é um instrumento de dominação do professor sobre o aluno fazê-lo. Se o aluno não está aprendendo é porque ele não está adaptado, está se sentindo excluído. Valha-me Deus! E tem mais, deve-se fazer o aluno questionar todos os valores pré-existentes, obviamente segundo uma ideologia pré-estabelecida (que foi ensinada às “tias” em nossas escolas de pedagogia, por ideólogos-doutores), antes mesmo de aprender a ler. No máximo durante esse aprendizado, e isso é o mais importante: dar a tal da “visão crítica” para o aluno, que não vai lhe servir de nada, já que essa visão é unilateralmente crítica e, sendo um analfabeto funcional (se o aluno for bom e conseguir galgar o sufixo “funcional”) o rapazote (ou rapariga) não vai conseguir ligar A com B.
Não é preciso dizer que o socio-construtivismo é uma arma eficaz para transformar a população em uma massa disforme plena e fácilmente moldável aos gostos dos mesmos que lhes imputaram essa teoria (anti)pedagógica.
Viva os professores tradicionais, viva a tia Dalva, viva os que não são amigos mas mestres, os que impõem mas educam, os que não doutrinam mas formam. O professor que está preocupado em ensinar o seu conteúdo sem ideologizar os alunos é a única esperança da nação.





que texto reacionário. que texto nojento.
Muito obrigado.
guilherme,
estava buscando algo sobre socio-construtivismo e encontrei o seu texto e talvez eu tenha discordado de vc pq achei o texto 1 pouco extremista. Porque vc acha que o sócio-construtivismo “é uma arma eficaz para transformar a população em uma massa disforme plena e fácilmente moldável aos gostos dos mesmos que lhes imputaram essa teoria (anti)pedagógica.”??? Já teve alguma experiência com essa linha de aprendizagem? Foi frustrante? Gostaria de saber pq estou começando a trabalhar em 1 escola sócio-construtivista…
Cordialmente,
Até logo…
Seu texto sintetisa uma realidade educacional brasileira. Preciso conhecê – lo melhor.
olá,
meu nome é leandro, e sou professor, estou cursando uma pós-graduação e tenho por esse momento o tema sócio-construtivismo (uma didática), e quero lhe pedir permissão para usar este trecho aqui exposto por vc, para ressaltar ainda mais minha crítica a tal didática.
no aguardo de resposta no email citado acima.
grato, leandro
Meu DEUS!!!! Estou espantada!!!
Quando vc escreveu este texto estava de mal humor ou vc é assim mesmo???
Caro Luis, sou pedagogoa e trabalho numa Creche que adota o socioconstrutivismo e pelo que li percebo que essa teoria não é muito clara para você. Mas é bom quando encontramos idéias diferentes da nossa.